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Vitamina D no esporte

A obtenção da vitamina D pela alimentação não é a melhor das opções, pois são poucos os alimentos que contêm essa vitamina, e as quantidades obtidas a cada 100 g desses alimentos variam de 300 a 1000 UI. Nos alimentos de origem animal como salmão,  sardinha, atum e o óleo de fígado de bacalhau obteremos vitamina D3 (colecalciferol) e nos alimentos de origem não animal irão fornecer a vitamina D2 (ergocalciferol), como por exemplo o cogumelo. Vale ressaltar que não é através das fontes alimentares que conseguimos suprir as nossas necessidades diárias de vitamina D. Caso a exposição solar, concomitantemente com a alimentação, não suprir a demanda corporal por essa vitamina, a suplementação passa ser uma opção.

Em relação ao seu impacto no esporte, o que temos hoje são hipóteses bem interessantes de como a vitamina D influencia uma resposta melhor frente ao exercício. Uma das hipóteses é que a presença do receptor (VDR) nos tecidos músculo esquelético e no pulmão poderia influenciar a absorção máxima de oxigênio (VO2Max) através da melhora da capacidade de transporte e utilização de oxigênio do sangue para os tecidos. Uma das possíveis explicações para uma melhora nessa condição seria a de que as enzimas CYP, que realizam a conversão da vitamina D na sua forma ativa (calcitriol), contêm proteínas com heme e poderia potencialmente afetar a afinidade de ligação do oxigênio à hemoglobina.

@matheus_dag

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