Clean label é o termo utilizado mundialmente para uma nova tendência nutricional quando se fala em alimentos saudáveis. A necessidade de reconhecer os ingredientes presentes nos produtos que adquirem faz com que os consumidores busquem a famosa real food (ou comida de verdade)!

Para que possam ser considerados clean label, os alimentos devem se apresentar da forma mais natural possível, sem corantes, conservantes ou adoçantes artificiais. Os produtos clean label também estão associados a ingredientes orgânicos, não transgênicos, livres de alérgenos e glúten, no entanto, isso não é uma regra. O que, definitivamente, não iremos encontrar nos produtos clean label são ingredientes artificiais.

Esse comportamento encontra reflexo nas indústrias de alimentos que, cada vez mais, reconhecem a necessidade de oferecer a seus consumidores matérias-primas mais puras e de origem certificada.

Essa crescente conscientização, por parte do consumidor, sobre a relação entre alimentação, saúde e bem-estar impulsionará, num futuro próximo, a oferta de produtos orientados por uma percepção mais natural dos alimentos e bebidas.

A busca por “leites” (e seus derivados) provenientes de plantas e também por alimentos sem glúten, como aqueles à base de grãos, é um aspecto fundamental desse novo cenário. Há pouco anos, as alternativas sem leite e sem lactose estavam limitadas ao leite de soja, mas recentemente novas opções têm surgido e se mostrado atrativas ao consumidor. Entre elas, destaca-se o leite de amêndoas, seguido pelo leite de coco ou arroz. Outras oleaginosas, no entanto, também crescem em popularidade e se revelam boas opções de leite vegetal.

De modo geral, os consumidores anseiam por uma alimentação mais natural. É o que demonstra a Pesquisa de Tendências Globais de Consumo realizada pela Euromonitor Internacional em 2015, que revelou o atributo “natural” como o mais procurado, escolhido por 44% dos participantes. Esse anseio por produtos reconhecidos como naturais já é evidente, como mostra o desempenho da oferta de produtos Naturalmente Saudáveis (NS), avaliada em U$$ 249 bilhões em todo o mundo em 2016. Projeta-se que essa categoria seja a mais rápida em crescimento absoluto, com previsão de US$ 42 bilhões até 2021.

Essa crescente demanda por produtos naturais está estreitamente relacionada com a tendência clean label, avaliada mundialmente em US$ 165 bilhões no ano de 2015, dos quais US$ 41 bilhões vieram de todos os alimentos rotulados como naturais.

Cada vez mais as pessoas gostam da ideia de consumir alimentos que contenham, naturalmente, minerais e vitaminas sem a necessidade de fortificá-los artificialmente.

A preferência pelo natural é uma tendência mundial, como mostra o desempenho dos produtos NS e orgânicos, que superam as categorias BFY (Better for You ou Melhor para Você) e FF (fortificado/funcional), tanto nos mercados desenvolvidos quanto nos emergentes. Assim, percebe-se um avanço: dos alimentos e bebidas fortificados artificialmente e daqueles reduzidos em sal, açúcar e gordura para uma proposta mais natural e funcional. A questão, “livre de…” também é percebida como uma opção natural e saudável, destacando-se principalmente nos países desenvolvidos.

Alinhada a essa tendência global, surge no mercado brasileiro a Nutrify. Somos uma linha de alimentos funcionais clean label, que valoriza a origem de cada ingrediente, respeita a integridade de suas fontes naturais e dos envolvidos em sua produção. É assim que criamos produtos saudáveis e saborosos, que fazem bem para as pessoas e para o planeta. Acreditamos que nutrir corpo e mente de modo saudável nos torna capazes de alimentar o mundo com atitudes positivas.

Difundir o conceito integrado de qualidade de vida faz parte de nosso dia a dia, e isso extrapola os produtos que comercializamos. Baseamos nossa atuação nas mais recentes abordagens científicas sobre wellness, que tratam de modo indissociável as múltiplas dimensões do ser humano (física, mental e social) como caminho para a obtenção do verdadeiro bem-estar.

Dados do mercado, fonte: Euromonitor Internacional, FiSA 2017